quarta-feira, 4 de março de 2009

A 2, não é difícil (Parte 17)

Quando Daniel fechou os olhos, Adriana pensou que o tinha perdido para sempre, abrançando-o fortemente. Porém, já com Adriana com olheiras profundas, triste e desgastada, Daniel acorda, voltando a ser o Daniel que ela conhecia, sensível, querido e um exemplo nalgumas situações.
Aí saí um YESS da boca de Adriana, com umá lágrima ao canto do olho direito e com um sorriso bastante forte nos lábios.
Entra o médico e diz a Daniel que terá alta no dia seguinte, mas terá de andar dois meses de moletas; Adriana não se importa com isso, já tinha traçado as suas prioridades. Porém é surpreendida por Daniel, quando este diz que não vai esperar um ano para entrar na faculdade. Vai fazê-lo este ano, esteja como estiver, de moletas ou de cadeira de rodas, não importa. "O mundo é cruel, mas não há direito de sermos julgados por qualquer situação, sendo ela temporária ou definitiva!".
Com este lema, Adriana vai contente descansar para o sofá do quarto de Daniel, deixando-o descansado e na calma. No entanto, a contradição de calma, foi traduzida em trabalho para Daniel, apenas eram as pernas que estavam 'doentes', o resto está bom, ele podia trabalhar e preparar tudo.
Passado um dia Daniel saiu do hospital, deixando para trás, dois dias de completo sofrimento e de angústia. A proposta de Adriana foi ir ao Alentejo. De certeza que ele ia melhorar significativamente, o campo era uma das coisas mais adoradas por ele.
Daniel, parecendo uma crinaça, no banco de trás, a cantar, bem como Adriana, porém ela no banco da frente, a conduzir. Felizmente, não tiveram nenhum acidente. Chegaram ao destino, onde Adriana ajudou ao máximo Daniel. Tiveram de lá, no Alentejo, comer a excelente comida de Adriana e não a comidita de Daniel, apesar de também ser de boa qualidade. A confecção de doces foi o que mais ajudou na recuperação de Daniel, conjuntamente com a boa disposição.
Decidiram ficar uma semana na casa de campo de Adriana. Daniel resmungava, mas aquela voz doce da doce rapariga, ficava sempre bem. A única coisa que ali faltava eram chatices. Porém eles não queriam tê-las.

3 comentários:

  1. Utilizando a frase da minha amiga Stau, aqui se demonstra "o poder do amor". Para uma boa e completa recuparação, é necessário muito amor, muito carinho, muita amizade, muita atenção e até doçaria (como referes!).

    É bom saber que tudo se encontra bem e que os manos estão num bom patamar; seja ele estável ou não.

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  2. Nd é dificil kuando se ama, kuando se tem carinho..
    partilho da opiniao do rupanda:)
    ..é bom saber k os manos estao bem..xd
    eu adoro.te duarte!:P

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  3. ah ja gostei mais desta parte!! adorei!! alentejo, doces, amizade, excelente xD

    bjs *@

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