sexta-feira, 13 de março de 2009

Um título indefinido para tudo o que aconteceu/acontece, será o mais correcto, nesta altura do campeonato. Qualquer mutação genética tem como base um único princípio, o da igualdade. Aí, ramificam-se, podendo exisitr ramos e ramos. Enquanto, os ramos não se encontram, por um olá! ou por um bom dia! ou por não se conhecerem, nao descobrem se são mutações genéticas. Poder-se-á dizer que mutação genética simples é sempre mais fiável, porque famílias diferentes podem dar rebentos genéticos: com características semelhantes, outras diferentes. Quando se encontram, a legria compremete-se a tratar do que falta, com todos os patamares de preenchimento limitado, visto que existe sempre, por cada um estabelece, um princípio ao nível do cérebro.
Todos os sorrisos, todos os sinais consientes de uma mutação genética verfalsa, acontecem, mesmo quando não se espera.
Afastando-se um pouco da genética, existe a amizade que, também se pode ligar à genética, como já referi anteriormente, no entanto, quando não se liga vivamente, tem-se aquelas pessoas: entre 5 e 10, num caso, em que temos aquele apresso especial. Parecendo que não conseguem dar sempre a mão, puxar-nos sempre de onde estamos, para níveis superiores. Sim, existe sempre uma grande cumplicidade a todo o nível entre eles.
Voltando à genética em si, e na sua relação produzida, num caso particular, tem-se a distância como factor dispensável, não só como horrível, mas também como algo que ninguém tenta gostar.
"Se perdesse a minha mutação genética, sentir-me-ia mal, é alguém que complementa todo o ser que existe. Alguém bom e compremetedor".
A amizade de novo, como caracterizá-la...?
Será válida? Porque razão existe amizade? Não bastaria existir um conhecimento básico ou então uma mutação genética mais aprofundada...? Além de justo, seria justo e completamente válido, não só a nível físico, mas também a nível psicológico.
Terminando com a salganhada de sentimentos físico-psicológicos que me irradia: "tristeza, satisfação, felicidade e nojo". Perguntarão, como é que possível um ser humano ser feliz e infeliz ao mesmo tempo. Se pensarmos em máscaras que temos e se tirarmos uma após outra, mas pusermos logo de seguida a mesma, temos essa diferença, essa possibilidade! Nojo de quê? As características pessoais não chegaram para complementar toda a verdade existente.
Será que valeu tudo...? Será que a "mutação genética" chegará apenas?
Perguntas que é-me impossível responder, com elas, tende-se sempre a concluir objectivos pessoais, os quais são completamente equívocos.
"A finitude é a tua característica"

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