Enigmas, tal como gosto. É difícil, sentir, promonorizar tudo, todos os fatos, todos os achegos, todas as reacções, todas as"mancas", tudo tudo. Porque é que o ser humano fica dependente de alguém ou de algo, podendo assim comprometer a sua vida. Costuma-se dizer que com os erros, as pessoas aprendem. Neste caso, aconteceu o mesmo, no entanto, toda a alvorada que se levantou tardará bastante a regressar ao mesmo, ou mesmo nunca regressará ao mesmo patamar de estabilidade.
O tempo que passou foi pouco a nível geológico, como para ele, no entanto, a rapidez dos dias, todos os segundos contaram, o que demonstra um tempo bastante longo. Todas as chatices, todas as aprendizagens, todas as companhias, todas as saídas, deram para contabilizar toda a amizade que existia perante o mundo. O sorriso débil que me conseguiste criar, simplesmente foi divinal, foi na última semana de todo o "mundo" antigo, penso eu.
Algo como a simples e insignificante dobra de roupa, marcou-me de tal maneira que, consegui, a partir de aí dobrá-la, capazmente. Era algo que nunca tinhas dado conta, mas que aconteceu.
Chega do passado, o que interessa é o presente que já passado e o futuro que já é presente; todos tudo, ao contrário da infinitude das coisas bonitas, das substituições, da vida em si, da perda do débil sorriso, da perda de massa corporal; bastantes coisas, fizemos (utiliza-se a primeira pessoa do plural, porque não fui só eu que me "portei mal"), de modo invisível e outras visíveis de mais.
É-me mais uma vez impossível pensar no caso contrário, porque todas as reacções seriam diferentes, todas as conversas que deviam ter existido que não existiram. A culpa disto não é de ninguém, porque se as pessoas são diferentes têm comportamentos e atitudes diferentes.
Não vale, no presente-passado em que nos encontramos, escondermos as coisas, porque a fraqueza que era escondida, quando algo que a esconde cede, fica à vista de todas, deixando um ar de negridão à mostra, a tristeza desse acontecimento é cada vez mais forte à medida que o tempo passa. Numa esfera sentimental, ou melhor, para ser mais preciso, numa ampulheta mágica, todas as cores felizes, quando passam, naquele pedaço estreito, mudam de cor; Quando a areia volta a ter um tom feliz? Quando a pessoa que manda nela quiser. Todo o "espectáculo" que ocorre é fruto da insatisfação e da revolta que se tem interiormente.
Toda a tristeza que contenho deve-se a sentir-te longe, a no ser a menina acolhedora que se chateou com as minhas acções. I'm unhappy x(
Um "salpicado" de informações possíveis que tendem para o vazio é escrito, sem sentido algum.
O passado-passado, não pode ser mudado, mas o presente-futuro, fica nas nossas(tuas) mãos; o tempo não regressa atrás.
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