sexta-feira, 12 de março de 2010

A instabilidade accional a longo prazo...

As águas do Tua... As águas do Tua. Um menino como alguém irreverrente. Aqui não temos o Tua. Temos o Tejo, o Sado e, onde passo férias, o Mira e o Seixe. Seria cobarde e fraco em fazê-lo. Mas bem, quando olhamos para as nossas mãos e vemos isto, olhamos para os nossos pés e vemos aquilo, olhamos para os nossos joelhos e sentimos aquilo. Pensando bem, ao "vermos" o cérebro percebemos que não existe nada, mas rigorosamente nada a nosso favor.

Que tal pensar no fim??? Um gesto de cobardia poderia dar a entender o desespero, mas já seria tarde. Teria de pensar muito bem nisso, e fazê-lo de forma correcta. Tanta escrita já e nada percebido, como quase certo.

Não quero ser cobarde, mas não vejo outra alternativa. Estou demasiado instável para ver outras soluções. No fundo deixam de ser válidas quaisquer alternativas. Já senti isto, pelo menos 3 vezes, desde 2009. Tem sido cada vez mais horrível, mais frio e mais distante. Com razões cada vez mais óbvias, a preocupação mantém-se, o medo do não regresso e da peda aumenta e não existe, de nenhuma maneira, volta a dar.

Não, não vou falar, não me vou armar em fraco e expor ao mundo algo que me cansa a mim, estraga a minha e só a minha circulação, afecta o meu e só o meu sistema digestivo, muda e só muda o meu pensar.

Muda o meu tremor, aumenta as hemorragias, dá-me volta ao estômago, etc, mas é bom! É sinal de preocupação por um lado e por outro é mau, porque me desgasto.

Terminando, e já com um sabor a iogurte de novo no esófago, que avizinha outra má situação digestiva, um sentimento de força! E de paciência para mim, para me habituar à crua realidade!

1 comentário:

  1. não sei porque mas não curti nada deste texto! temos que falar já agora! kiss carlita

    ResponderEliminar