Querendo retomar o objectivo de Janeiro, fixo-me agora num grande colega meu. Tem um nome cujo o mesmo está ligado a pessoa em si. O facto da vila do Lavradio ser a freguesia onde ambos moramos traz-mo maioritariamente à memória, em alguns dias. O engraçado é que eu próprio, vejo-o como alguém com quem eu posso desabafar, falar, etc, no entanto, tento ter o máximo de cuidado e tento-o ouvir e percebê-lo. Não consigo encontrar alguém, rapaz, com quem eu possa falar de tudo abertamente. Este colega, amigo, e realmente, AMIGO, é como que... o tempo parasse e eu passasse a ter a ignorância de uma pessoa de cinco anos que quer desabafar das suas descobertas, pedisse opiniões das coisas mais malandras, mais impróprias entre outras. Nunca, mas mesmo nunca me poderei esquecer desta passeata nossa. Do Barreiro ao Lavradio, no último dia das férias da Páscoa de 2009. Tinha sido uma saída fixe para mim, mas no fundo, e comentei isso com ele, tinha-me enchido de raiva, porque não entendia muitas reacções daquela saída.
Aquele tempo, na Primavera friorenta, também foi marcado pela mudança interior dele, a qual, eu, certamente, ainda não percebo muito bem; simplesmente, porque ele mostrou a face mais ternurenta e mais... e mais doce dele! A partir daí deixei de conseguir de olhar para ele da mesma forma. Passei a vê-lo como alguém adulto, maduro e mais responsável.
Resumindo, um grande rapaz, colega e claro.... amigo!
UAU... ta muito bom
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