domingo, 18 de novembro de 2012
Universidade.... Take #2, Ação!
sábado, 15 de setembro de 2012
O tempo e os relógios...
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
O tempo que passa...
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
O dedicado instrutor de condução
sábado, 21 de julho de 2012
20 de julho, dia dos Amigos
A Praxe.....Coisa de nada ou introdução à vida Adulta?! Melhor..... Um equilíbrio!
Não pude lá estar naquela 5.ª feira à noite, mas também não podia deixar de cumprir o meu dever, ou seja, escrever a mítica carta que, ao que parece muitos "caloiros" têm de redigir.
Numa noite fria e chuvosa de abril, pesquisei e grafei o seguinte:
domingo, 1 de janeiro de 2012
Mini-frase #7
Desabafo #7
Ano Novo, Nova Tarefa Cumprida...
sábado, 24 de dezembro de 2011
Da minha janela eu vejo... #7
Adormece encostada a este braço
Mais débil do que o teu.
Entrega-te despida
Nas mãos de um homem solitário
Que a maldição não deixa
Que possa nem sequer lutar por ti.
Vem,
Sem que eu te chame, ou te prometa a vida.
E sente que ninguém,
No descampado deste mundo, tem
A alma mais guardada e protegida
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Deus escreve direito por linhas tortas... (I)
Acabo de lavar as mãos, depois de sair da casa de banho, fechando a porta com o cotovelo. (Com o vento que por ali passava nem era preciso tal gesto, mas sempre era mais educado.) Estava realmente perto de fazer o meu primeiro teste no Ensino Superior. Nas minhas costas escorria suor dos nervos, mas por fora, mantia a minha postura normal, de lábios cerrados, cara séria e de poucos amigos. Com pouca vontade atravessei o corredor da morte, cheio de cacifos amarelos e cinzentos de um lado e outro, e termino a minha oração, pedido a Deus que me ajudasse na resolução do teste que iria fazer seguintemente.
E de facto, após todas as burocracias do costume, mantendo-me separado dos colegas, como há 7 anos acontecia, o teste correu bem. Achei-o fácil e acessível. 20 não consigo, mas espero chegar perto do 15.
Saio da aula com um sorriso na cara, de satisfação, de entusiasmo, de alegria. Janto e ponho-me no metro para começar a longa viagem até casa. Uma hora e quarenta e cinco minutos esperar-me-ia até colocar a chave na fechadura da porta de casa.
As linhas tortas começam agora...
O metro aproxima-se da estação. De panamá para a chuva na cabeça e com o chapéu com a mesma finalidade no antebraço esquerdo, sigo em direção ao terminal dos barcos.
Zás! Pás! Toca a fugir de uma linha para a outra, porque o tempo entre metros é curto... E segui. Pareceu-me ver um vulto ao longe que eu conhecia. Acabei por não ligar e chegar à carruagem de metro da linha azul. Quando o metro quase estava para fechar, o vulto que tinha visto era uma colega minha. Que por mero acaso, conheci há três anos e era simpática; tento ao máximo segurar a porta do metro para ela e a amiga possam entrar no veículo. Fiquei contente por elas terem apanhado o metro. Mas...
O que me diziam sempre para não ser, é como elas estavam. A enaltecer-se pela realidade do curso onde estão: em Medicina.
Por vezes, parece que o passado não conta para nada!
Não obstante.... Para a frente é que é caminho.
Fiquei com toda esta situação na cabeça. Se formos a ver bem, Deus deu-me forças para o teste, mas fez-me perceber que nem sempre tudo pode correr bem e que existem necessários momentos de reflexão...
terça-feira, 30 de agosto de 2011
A Pirâmide da Amizade
As pessoas começaram a desabelhar cedo, não só pelo tempo, mas também por causa do desporto que dava na televisão e, aliás, como se estava perto do fim do mês era necessário arrumar tudo para se voltar à mesma rotina do resto do ano (levanta, trabalho, come, trabalho, come, dorme)!quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Por obrigação ou por amor à camisola?
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Ora mais um para o molhe....
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Tiro ao alvo ou sonho acertado?
Terminaram a fase de exames nacionais. Agora para todos aqueles que se querem candidatar ao Ensino Superior resta esperar por dia 9 para conferir os resultados dos exames da 2.ª fase e por fim, concorrer à 1.ª fase de acesso.
As vagas que existem, apesar do alarido dos média, são poucas, muito poucas, para o número de alunos que proveem do Ensino Secundário.
Deixo aqui a minha mensagem de apoio a todos aqueles que pretendam entrar este ano letivo que começa em setembro no Ensino Superior:
Por vezes acordamos a pensar que queremos seguir isto ou aquilo. Outros dias pensamos no caso e dizemos: não! Já não quero este curso. Quero aquilo.
Andamos assim praticamente até ao último dia em que nos é permitido alterar a nossa candidatura. Será que fizemos a decisão certa?
Para muitos, o curso que colocaram na candidatura é nada mais do que seguir um sonho que têm. Para outros, é tentar seguir um sonho, mas aliado a isso, ainda acrescentam a vontade de conhecer, de descobrir, de aprender coisas novas. E ainda há outros que põem ao calhas cursos no final do 12.º ano de escolaridade.
Nenhum curso é independente. Todos eles estão interligados com outros na mesma área. Existe um grande leque de opções que permite, mais tarde, ao aluno mudar de curso e obter equivalências.
Não vale a pena ficarem tristes por não terem nota suficiente para o curso a, se podem entrar no curso b e depois verem o que podem fazer lá dentro, já no Ensino Superior.
Como o velho ditado diz: “As tristezas não pagam dívidas”. E de facto é verdade. Pesquisem, explorem, vejam. Diversifiquem o vosso conhecimento acerca das possibilidades de curso e SONHEM!
quarta-feira, 27 de julho de 2011
A vida e as amizades
Todos nós, independentemente da nossa idade, pensamos que quando alguém deixa de nos falar como falava, ou muda a atitude para connosco, algo está mal. Assumo, porque eu também penso assim na maioria das vezes. Mas adotei há pouco tempo uma maneira de pensar que se calhar é útil para todos aqueles que pensam que se passa algo.
Nós, homo sapiens, vamos criando relações de companheirismo e amizade ao longo da vida. Quem não se recorda, nem que seja um pequeno pedaço, do colega x ou do colega y do 1.º Ciclo ou então dos “amigos” pré-escolar ou melhor ainda, da pessoa com quem teve a primeira relação de namoro?
Como a racionalidade é incrível acabamos por dar conta que a resposta à questão anterior nunca pode ser verdadeira para todos os humanos que existem no nosso planeta, mas podemos generalizar tal pergunta e resposta retórica para a sua maioria.
Pensando então agora no seguinte: eu conheci a pessoa A e estive com ela 3 ou 4 anos. Tivemos altos e baixos, mas a força da nossa amizade superou tudo. E do nada, puff… Acabou, deixou de haver interesse em falar com a pessoa ou então, passou a ser alguém indiferente para nós, mas entretanto conheci a pessoa B.
A vida lança-nos um grande desafio: o da aprendizagem. Como já digo há muito, desde que nascemos até à nossa morte aprendemos com todas as pessoas que passam pela nossa vida.
Eu acredito que como seres sociais temos um objetivo que, em muito dos casos, é desconhecido e raramente damos como cumprido, quando nos relacionamos com uma pessoa.
É do género de uma reação enzimática, obrigatória ou não: estreitamos os laços de amizade com a pessoa, cumprimos o nosso objetivo e depois, ou a pessoa, ou nós, diz-nos Obrigado e que está sempre disponível para nós; ou seja, nós ajudamos a pessoa em questão a decidir em determinado caso sobre determinado assunto sobre uma qualquer situação.
Com tudo isto é preciso também ter em conta que temos de saber dizer “chega” e “basta” quando está no momento oportuno. O mais complicado é descobrir esse momento. Muitas das vezes não sabemos quando é o tal momento oportuno.
A experiência própria acaba por transmitir às relações futuras, uma chave para se definir o objetivo da relação e para percebermos o momento “basta” na mesma.
Falando por mim, já tive uma relação para ajudar uma pessoa a crescer e perceber o curso que tal pessoa queria para a Universidade, já tive outra que culminou com a junção de duas pessoas e outra que serviu para ajudar colegas para o Exame Nacional.
Em conclusão, não podemos deixar de seguir o rumo que nos é destinado. Apenas temos de usufruir o que nos é dito e darmos à manivela, ou melhor, à chave, para que a nossa vida corra sobre rodas.
sexta-feira, 27 de maio de 2011
O atraso dos nossos aeroportos! E o povo até ajuda!
O Errado "Culto da Sexta-feira"
Back no. 1
sábado, 7 de maio de 2011
Trabalho n.º Lx, Encontro n.º R
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Para o Luís e para a João
sexta-feira, 15 de abril de 2011
No meio dos campos do Além tejo
quinta-feira, 14 de abril de 2011
TPC de Matemática
Sempre gostei de Matemática desde pequeno. Brincava com os número e aprendi a contar cedo. Contas, números ordinais, números cardinais, numa 1.ª fase. Depois os números romanos e as tabuadas, os fracionários, os negativos. Por fim já aparecem números com vírgulas e raízes e ainda incógnitas e agora números imaginários.
A Matemática apresenta inúmeros trabalhos de casa desde cedo até ao final do 12.º ano, pelo menos… Mas o facto de um trabalho de casa poder mudar o rumo de uma vida é algo que é muito raro acontecer, mas deu-se.
Naquele domingo de início de ano letivo, eu não me lembrava do trabalho de casa de matemática acerca dos volumes: parte que sempre gostei e adorei.
Eu peguei no pequeno conhecimento que tinha dos meus novos colegas e perguntei o que era o TPC. Se eu não o tivesse feito tinha tido uma vida diferente. Será que era mais feliz? Ou mais triste? Será que me tinha conseguido tornar um pouco mais independente do que sou? Será que tinha crescido como cresci?
Há alturas do dia em que não me arrependo tremendamente de tal pergunta que fiz há quase três anos. No entanto, há outras alturas em que pensar na origem de “tudo” mostra-me o que eu não deveria ter feito.
Se calhar fiz uma má escolha, ou então fiz bem porque acabei por aprender…
sábado, 26 de março de 2011
As noites não são sempre calmas, (in)felizmente
quarta-feira, 23 de março de 2011
O destino não será tramado? Lá no fundo ainda nos ajuda....!
- Telemóveis. Sonhos tidos.... Sonhos concretizados. O verão corria no seu auge e eu andava a deambular no meio dos transportes da minha cidade. Porque é que não dei por terminado (ou melhor quase terminado) a situação, e não, acabei por tentar adaptar-me à situação e olha.... colhes aquilo que semeias.