domingo, 1 de fevereiro de 2009

De um triângulo a uma recta...

Num dia solarento mas invernil, a chuva e a tempestade aproximam-se. Aqueles três, Carlos, José e Leonor estavam sentados, num barco, escuro, mas luminoso. No tal barco estavam presentes, outros remadores, importantes é claro. Carlos, o prosão, apresenta ideias e factos para serem praticados ou a pensar; José, o poeprosão, apresenta uma excelente capacidade filosófica e crítica e claro, uma boa capacidade de redacção; chegamos agora à pessoa mais difícil de descrever: Leonor: uma mistura, mas com uma excelente espiritualidade e tranquilidade.
Neste mesmo barco apresentavam-se espíritos, conjuntos reactivos e salas diferentes; Após o espectáculo Carlos dirige-se para os seus aposentos quimico-linguísticos, onde a cama apresenta uma mistura de balão volumétrico com um livro e uma caneta. Ao lado, os aposentos de José Miguel, quarto este recheado de filosofias e livros, canetas e lápis. Ao quarto da Leonor, se chega, cor-de-rosa, tecto bordô e com paredes recheadas de raízes quadradas, cúbicas e quartas.
Barco atracado num porto, faz com que se experimente novas tendências, desde manhã até À noite, ouve um ABBA'r de trás para a frente, de cima para baixo. Carlos deixou-se permanecer, no quarto, a pensar, a trabalhar, a musicar, enquanto que os restantes elementos passeavam na brilhanre cidade praiana.
Atordoado com tudo o que se passava, Carlos apresenta um sorriso, ao beber, pela primeira vez, pela caneca feliz.
Um apito tão forte é lançado para o ar, que marca a partida do navio, porém Leonor e José ainda não regressaram. Carlos, rapidamente tenta estabelecer ligação telefónica com eles, mas sem êxito; Assim, o barco parte mais vazio, mais escuro e sem duas pessoas excelentes, fantásticas e adoráveis.
Carlos não podia fazer nada, não se ia atirar o mar, porque este, se o fizesse seria, automaticamente, pelo fundo fossal oceânico. A viagem continua assim, tanto para Carlos como para o dueto. No meio das coisas de José e Leonor, Carlos solta uma lágrima profunda, mas pensando que foi bom aqueles dois perderem o navio, ficaram assim, sozinhos e unidos numa cidade desconhecida. O ponto C não aguentava mais, então ao soltar mais umas lágrimas, decide atirar-se ao mar, do ponto mais alto do navio, a piscina; sem salavação possível, deixou assim a Leonor, a José e a Patrícia, muito do que tinha, jogos, televisões, textos. Dias depois, chega novamente, à tal cidade o navio, onde já cansados de tanto andar, José e Leonor, embarcam com sentimento de felicidade. Leonor tenta rapidamente procurar Carlos, mas em vão, a morte tinha-o chamado. Sangue escuro fora lançado de todas as partes do corpo, notava-se perfeitamente isso. A faca estava em cima da cama, juntamente com uma mensagem: Leonor triste, sem saber o porquê e o que fazer lê a mensagem: "Mutuamente, aconteceu, acontece e acontecerá!" Carlos, fica assim nos corações de ambos, tristes, destornados, mas sem culpa alguma.

3 comentários:

  1. oh teve um final tristissimo, quase chorei x(

    mas está tao bem escrtio. Duarte, aquilo nunca vai acontecer, vamos ser sempre o triangulo maravilha =)

    Beijo *@

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  2. Que grande desfeita! Passar o início do texto a sorrir para, quando chego ao fim, encontrar-me num estado de profunda infelicidade!!

    O texto está muito bem escrito, gostei do pormenor da caneca feliz... ^^
    Os quartos parecem bastante confortáveis; vejo que me consideras uma pessoa filosófica xD
    A alusão aos teus textos e aos meus também está bonita =)
    No entanto, aquele final nunca ocorrerá, como a AnA disse! Nem no sentido conotativo, nem denotativo (credo! u.u). 'Triângulo maravilha', of course, no que depender de mim!

    RP :)
    Keep smiling!

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  3. Que grande desfeita! Passar o início do texto a sorrir para, quando chego ao fim, encontrar-me num estado de profunda infelicidade!!

    O texto está muito bem escrito, gostei do pormenor da caneca feliz... ^^
    Os quartos parecem bastante confortáveis; vejo que me consideras uma pessoa filosófica xD
    A alusão aos teus textos e aos meus também está bonita =)
    No entanto, aquele final nunca ocorrerá, como a AnA disse! Nem no sentido conotativo, nem denotativo (credo! u.u). 'Triângulo maravilha', of course, no que depender de mim!

    RP :)
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