Num dia solarento mas invernil, a chuva e a tempestade aproximam-se. Aqueles três, Carlos, José e Leonor estavam sentados, num barco, escuro, mas luminoso. No tal barco estavam presentes, outros remadores, importantes é claro. Carlos, o prosão, apresenta ideias e factos para serem praticados ou a pensar; José, o poeprosão, apresenta uma excelente capacidade filosófica e crítica e claro, uma boa capacidade de redacção; chegamos agora à pessoa mais difícil de descrever: Leonor: uma mistura, mas com uma excelente espiritualidade e tranquilidade.
Neste mesmo barco apresentavam-se espíritos, conjuntos reactivos e salas diferentes; Após o espectáculo Carlos dirige-se para os seus aposentos quimico-linguísticos, onde a cama apresenta uma mistura de balão volumétrico com um livro e uma caneta. Ao lado, os aposentos de José Miguel, quarto este recheado de filosofias e livros, canetas e lápis. Ao quarto da Leonor, se chega, cor-de-rosa, tecto bordô e com paredes recheadas de raízes quadradas, cúbicas e quartas.
Barco atracado num porto, faz com que se experimente novas tendências, desde manhã até À noite, ouve um ABBA'r de trás para a frente, de cima para baixo. Carlos deixou-se permanecer, no quarto, a pensar, a trabalhar, a musicar, enquanto que os restantes elementos passeavam na brilhanre cidade praiana.
Atordoado com tudo o que se passava, Carlos apresenta um sorriso, ao beber, pela primeira vez, pela caneca feliz.
Um apito tão forte é lançado para o ar, que marca a partida do navio, porém Leonor e José ainda não regressaram. Carlos, rapidamente tenta estabelecer ligação telefónica com eles, mas sem êxito; Assim, o barco parte mais vazio, mais escuro e sem duas pessoas excelentes, fantásticas e adoráveis.
Carlos não podia fazer nada, não se ia atirar o mar, porque este, se o fizesse seria, automaticamente, pelo fundo fossal oceânico. A viagem continua assim, tanto para Carlos como para o dueto. No meio das coisas de José e Leonor, Carlos solta uma lágrima profunda, mas pensando que foi bom aqueles dois perderem o navio, ficaram assim, sozinhos e unidos numa cidade desconhecida. O ponto C não aguentava mais, então ao soltar mais umas lágrimas, decide atirar-se ao mar, do ponto mais alto do navio, a piscina; sem salavação possível, deixou assim a Leonor, a José e a Patrícia, muito do que tinha, jogos, televisões, textos. Dias depois, chega novamente, à tal cidade o navio, onde já cansados de tanto andar, José e Leonor, embarcam com sentimento de felicidade. Leonor tenta rapidamente procurar Carlos, mas em vão, a morte tinha-o chamado. Sangue escuro fora lançado de todas as partes do corpo, notava-se perfeitamente isso. A faca estava em cima da cama, juntamente com uma mensagem: Leonor triste, sem saber o porquê e o que fazer lê a mensagem: "Mutuamente, aconteceu, acontece e acontecerá!" Carlos, fica assim nos corações de ambos, tristes, destornados, mas sem culpa alguma.
oh teve um final tristissimo, quase chorei x(
ResponderEliminarmas está tao bem escrtio. Duarte, aquilo nunca vai acontecer, vamos ser sempre o triangulo maravilha =)
Beijo *@
Que grande desfeita! Passar o início do texto a sorrir para, quando chego ao fim, encontrar-me num estado de profunda infelicidade!!
ResponderEliminarO texto está muito bem escrito, gostei do pormenor da caneca feliz... ^^
Os quartos parecem bastante confortáveis; vejo que me consideras uma pessoa filosófica xD
A alusão aos teus textos e aos meus também está bonita =)
No entanto, aquele final nunca ocorrerá, como a AnA disse! Nem no sentido conotativo, nem denotativo (credo! u.u). 'Triângulo maravilha', of course, no que depender de mim!
RP :)
Keep smiling!
Que grande desfeita! Passar o início do texto a sorrir para, quando chego ao fim, encontrar-me num estado de profunda infelicidade!!
ResponderEliminarO texto está muito bem escrito, gostei do pormenor da caneca feliz... ^^
Os quartos parecem bastante confortáveis; vejo que me consideras uma pessoa filosófica xD
A alusão aos teus textos e aos meus também está bonita =)
No entanto, aquele final nunca ocorrerá, como a AnA disse! Nem no sentido conotativo, nem denotativo (credo! u.u). 'Triângulo maravilha', of course, no que depender de mim!
RP :)
Keep smiling!