Tendo como base a frase: "Está bem, mana", Ariana magica o possível e imaginário da razão pela qual Daniel apenas lhe disse aquilo e não começou a falar de toda a história que haviam tido desde aquele dia. A noite se passa e como sempre, Adriana é a última a acordar, ainda cnasada da véspera, senta-se à mesa, e e bebe o seu leite com chocolate completamente quente, em frente a Daniel, mas ela mal se senta, ele levanta-se repentinamente e sai e casa para a escola. Nem um bom dia diz à companheira de 3 anos que sempre o aturou. Era dia de greve, Daniel, encaminha apra a escola, enquanto que Adriana fica em casa, em pijama. Uma hora mais tarde, Daniel regressa e encontra a irmã, na casa de banho, triste, porque a entrar em casa, podia-se ouvir os choros. Repetinamente, podendo entrar na casa-de-banho, uma vez que não estava trancada a porta, entra, porque estava com a bexiga quase a "rebentar". Ao vê-la de cabeça baixa, com um corte na perna e uma faca ao lado, rapidamente executa uma compressão manual directa, para conseguir estancar a hemorragia. Qual seria o motivo daquilo? Hormonas, pena? Não se atreve a perguntar, e põe-se na cozinha a tratar do almoço. Põe a massa na máquina e tempo depois tem o pão feito. Chama a irmã e ela ao sentar-se, puxa a conversa do jantar da véspera. Daniel abriu toda a sua mentalidade e coração e de um momento par ao outro, diz-lhe que nunca poderá culpar por uma coisa que se sente e nao se faz, porque se quer. Adriana ja não se lembrava da última vez que Daniel ter-lhe-ia dito aquilo, e acrescentou que, um dia se sentir o que Daniel sentiu por ela, dir-lhe-á. Até lá será sempre assim, amigos não, irmãos.
Daniel agradeceu a justificação, a qual para ele sempre teria sido aquela bastante óbvia, mas não tocou mais no assunto. Adriana, ficou mais uma vez em casa, enquanto que Daniel sai de casa e vai ao shopping. Num instante, Adriana veste-se e quando vê Daniel, ao longe, pula para a suas costas, tentando ficar às suas cavalitas, o que consegue!
Daniel, sorri, fazendo umas cócegas ali e acolá, até decidirem voltarem a casa. Adriana conseguiu pôr Daniel a sorrir, como conseguirá à 4 anos.
Ao chegarem a casa, Daniel admite que ama a irmã e, esta, por sua vez, admite que também ama o irmão, mas não sabe como aquilo poderá ter acontecido de um momento para o outro e terá de pensar, o porquê daquela decisão, ou mesmo, se conseguirá namorar com o seu "irmão"! De sangue não era, era a única diferença que existe entre eles, o restanto comportamento era como se fossem verdadeiramente irmaãos. O tempo ao passar, Daniel mantém-se na cozida e Adriana, digita mensagens no computador, com as suas colegas e amigas. Elas não se pornunciam, porque três anos com uma pessoa, 24 sob 24 horas, já daria para um conhecimento mais profundo da pessoa.
Adriana decidiu arrastar a decisão por meses ou mesmo por um ano. Daniel nunca mais tocou naquele assunto, porém os comportamentos de ambos, durante essa tarde, deixou muito a desejar, nada de namoro, nada de isso, apenas e simplesmente ficarem juntos, a tarde inteira, calados, até à hora do início da cozedura do jantar.
Daniel agradeceu a justificação, a qual para ele sempre teria sido aquela bastante óbvia, mas não tocou mais no assunto. Adriana, ficou mais uma vez em casa, enquanto que Daniel sai de casa e vai ao shopping. Num instante, Adriana veste-se e quando vê Daniel, ao longe, pula para a suas costas, tentando ficar às suas cavalitas, o que consegue!
Daniel, sorri, fazendo umas cócegas ali e acolá, até decidirem voltarem a casa. Adriana conseguiu pôr Daniel a sorrir, como conseguirá à 4 anos.
Ao chegarem a casa, Daniel admite que ama a irmã e, esta, por sua vez, admite que também ama o irmão, mas não sabe como aquilo poderá ter acontecido de um momento para o outro e terá de pensar, o porquê daquela decisão, ou mesmo, se conseguirá namorar com o seu "irmão"! De sangue não era, era a única diferença que existe entre eles, o restanto comportamento era como se fossem verdadeiramente irmaãos. O tempo ao passar, Daniel mantém-se na cozida e Adriana, digita mensagens no computador, com as suas colegas e amigas. Elas não se pornunciam, porque três anos com uma pessoa, 24 sob 24 horas, já daria para um conhecimento mais profundo da pessoa.
Adriana decidiu arrastar a decisão por meses ou mesmo por um ano. Daniel nunca mais tocou naquele assunto, porém os comportamentos de ambos, durante essa tarde, deixou muito a desejar, nada de namoro, nada de isso, apenas e simplesmente ficarem juntos, a tarde inteira, calados, até à hora do início da cozedura do jantar.
Previsão ou imaginação?
ResponderEliminarDesejo ou realidade?
Ilusão ou Desilusão?
Acho que só te faz bem acreditar, desde que não faça mal aos outros...
Falo por experiência pessoal... da posição oposta à que te encontras/encontraste.
Abraço []
RP
ah ah "calados, até à hora de início de cozedura do jantar" xD que final brilhante.
ResponderEliminarFicou giro ficou.. Estou como o Rui:
"Previsão ou imaginação?
Desejo ou realidade?
Ilusão ou Desilusão?"
respondes? :P
Beijinho *@