domingo, 8 de fevereiro de 2009

A 2, não é difícil (Parte 5)

Tendo como base a frase: "Está bem, mana", Ariana magica o possível e imaginário da razão pela qual Daniel apenas lhe disse aquilo e não começou a falar de toda a história que haviam tido desde aquele dia. A noite se passa e como sempre, Adriana é a última a acordar, ainda cnasada da véspera, senta-se à mesa, e e bebe o seu leite com chocolate completamente quente, em frente a Daniel, mas ela mal se senta, ele levanta-se repentinamente e sai e casa para a escola. Nem um bom dia diz à companheira de 3 anos que sempre o aturou. Era dia de greve, Daniel, encaminha apra a escola, enquanto que Adriana fica em casa, em pijama. Uma hora mais tarde, Daniel regressa e encontra a irmã, na casa de banho, triste, porque a entrar em casa, podia-se ouvir os choros. Repetinamente, podendo entrar na casa-de-banho, uma vez que não estava trancada a porta, entra, porque estava com a bexiga quase a "rebentar". Ao vê-la de cabeça baixa, com um corte na perna e uma faca ao lado, rapidamente executa uma compressão manual directa, para conseguir estancar a hemorragia. Qual seria o motivo daquilo? Hormonas, pena? Não se atreve a perguntar, e põe-se na cozinha a tratar do almoço. Põe a massa na máquina e tempo depois tem o pão feito. Chama a irmã e ela ao sentar-se, puxa a conversa do jantar da véspera. Daniel abriu toda a sua mentalidade e coração e de um momento par ao outro, diz-lhe que nunca poderá culpar por uma coisa que se sente e nao se faz, porque se quer. Adriana ja não se lembrava da última vez que Daniel ter-lhe-ia dito aquilo, e acrescentou que, um dia se sentir o que Daniel sentiu por ela, dir-lhe-á. Até lá será sempre assim, amigos não, irmãos.
Daniel agradeceu a justificação, a qual para ele sempre teria sido aquela bastante óbvia, mas não tocou mais no assunto. Adriana, ficou mais uma vez em casa, enquanto que Daniel sai de casa e vai ao shopping. Num instante, Adriana veste-se e quando vê Daniel, ao longe, pula para a suas costas, tentando ficar às suas cavalitas, o que consegue!
Daniel, sorri, fazendo umas cócegas ali e acolá, até decidirem voltarem a casa. Adriana conseguiu pôr Daniel a sorrir, como conseguirá à 4 anos.
Ao chegarem a casa, Daniel admite que ama a irmã e, esta, por sua vez, admite que também ama o irmão, mas não sabe como aquilo poderá ter acontecido de um momento para o outro e terá de pensar, o porquê daquela decisão, ou mesmo, se conseguirá namorar com o seu "irmão"! De sangue não era, era a única diferença que existe entre eles, o restanto comportamento era como se fossem verdadeiramente irmaãos. O tempo ao passar, Daniel mantém-se na cozida e Adriana, digita mensagens no computador, com as suas colegas e amigas. Elas não se pornunciam, porque três anos com uma pessoa, 24 sob 24 horas, já daria para um conhecimento mais profundo da pessoa.
Adriana decidiu arrastar a decisão por meses ou mesmo por um ano. Daniel nunca mais tocou naquele assunto, porém os comportamentos de ambos, durante essa tarde, deixou muito a desejar, nada de namoro, nada de isso, apenas e simplesmente ficarem juntos, a tarde inteira, calados, até à hora do início da cozedura do jantar.

2 comentários:

  1. Previsão ou imaginação?

    Desejo ou realidade?

    Ilusão ou Desilusão?

    Acho que só te faz bem acreditar, desde que não faça mal aos outros...

    Falo por experiência pessoal... da posição oposta à que te encontras/encontraste.

    Abraço []

    RP

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  2. ah ah "calados, até à hora de início de cozedura do jantar" xD que final brilhante.

    Ficou giro ficou.. Estou como o Rui:
    "Previsão ou imaginação?

    Desejo ou realidade?

    Ilusão ou Desilusão?"

    respondes? :P

    Beijinho *@

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