Adriana lembrara-se que não se havia lembrado dos bilhetes que tinha comprado na véspera do seu aniversário, porém, passou e ficou com o seu irmão, em casa, nesse dia. Mais uma vez o telefone de casa toca, era a directora de turma. Perguntou pelos 2, e Daniel respondeu que não poderam ir À escola, devido a problemas pessoais. Assim foi, após o corte da chamada telefónica, este volta a tocar, era a sorevivente da família da Adriana, uma tia. Daniel atendeu o telefone e perguntou quem era, afinal, aquele telfone só tocava quando era a escola que ligava, de resto era apenas o telemóvel. Mas soube que era a tia de Adriana, Daniel desligou o telefone na cara da senhora e tirou o fio de ligação ao telefone. Ficaram incontactáveis. Adriana senta-se à mesa com Daniel para jantarem, era um dos pratos favoritos de Daniel, lasanha. Adriana não aguenta mais ver o Daniel assim e pergunta-lhe, o que tinha feito para ele estar assim. Daniel responde que não se tinha passado, apenas naquele dia se relembrava de tudo o que passaram, desde a primeira vez que se viram; falou no "The man who can't be moved" que marcava cerca de um período, falaram no "Adivinha quanto eu gosto de ti", que os tinha marcado desse dia até hoje, sempre com uns altos e baixos, normais de quem é completamente dependente do irmão ou da irmã.
Adriana, pela vigésima vez pede desculpa por nunca o ter amado como ele a amou, mas eu não sentia o que sentias por mim. Daniel retirara-se nem uma única palavra dita. Apenas ouviu o que a irmã tinha para lhe dizer e meteu-se no quarto, com ar de triste, não de zangado, porque percebeu tal e qual, cada sílaba que saia daquela boca maravilhosa com quem estivera a falar, porém não quis comentar. Adriana insistiu para que Daniel dissesse algo e conseguiu arrancar um único par de frases:
- Está bem, mana.
- Eu compreendo. E percebo o porquê das "tampas", disse Daniel.
Adriana percebeu que ele ficara sempre cm uma réstia de amor por ela, mesmo que não o assumisse, desde Setembro de há três anos que era assim.
Assim foi, mais um dia se passou, sem qualquer preocupação adicional, apenas com a frase:
"- Está bem , mana.", que deixou Adriana completamente desorientada e com pena do pobre Daniel, mas ninguém tinha a culpa.
Adriana, pela vigésima vez pede desculpa por nunca o ter amado como ele a amou, mas eu não sentia o que sentias por mim. Daniel retirara-se nem uma única palavra dita. Apenas ouviu o que a irmã tinha para lhe dizer e meteu-se no quarto, com ar de triste, não de zangado, porque percebeu tal e qual, cada sílaba que saia daquela boca maravilhosa com quem estivera a falar, porém não quis comentar. Adriana insistiu para que Daniel dissesse algo e conseguiu arrancar um único par de frases:
- Está bem, mana.
- Eu compreendo. E percebo o porquê das "tampas", disse Daniel.
Adriana percebeu que ele ficara sempre cm uma réstia de amor por ela, mesmo que não o assumisse, desde Setembro de há três anos que era assim.
Assim foi, mais um dia se passou, sem qualquer preocupação adicional, apenas com a frase:
"- Está bem , mana.", que deixou Adriana completamente desorientada e com pena do pobre Daniel, mas ninguém tinha a culpa.
:'(
ResponderEliminar"Não está em nós dá-lo nem quitá-lo", Frei Luís de Sousa de Almeida Garret...
... relativo ao Amor.
Isto é, não escolhemos quem amamos, nem se escolhe deixar de amar, por muito mais doloroso que possa ser o sentimento, principalmente quando não é recíproco.
Tal como disseste, na minha Antítese, não se pode odiar o amor...
Vive-se com ele, vive-se com a dor.
RP
oh =( esta parte é mais triste...
ResponderEliminarDiz-me que não acaba assim, please.. :s
Beijo *@