domingo, 22 de fevereiro de 2009

A 2, não é difícil (Parte 14)

Daniel e Adriana estavam a um passo de entrar na faculdade. Lambram-se assim do combinado, em Julho, antes das férias: tinham a partir de dia 26 um moviemtno pendular, isto é, todas as manhãs apanhavam o barco para a capital e à tarde regressavam à cidade onde moravam. Adriana, neste caso, tinha de sair do metro na estação da Cidade Universitária, enquanto que Daniel saia no Campo Grande. Ainda restavam alguns dias antes do início da nova vida. Assim, aproveitaram-nos ao para muito, desde sair até ficar em casa, a ver filmes, coisa que Adriana ensinou a Daniel, no 10.º an. Algo se passou para o sentimento dele estar comprometido: Daniel tinha parado com o seu pêndulo pessoal, naquele campo; Adriana ter-lhe-ia dado, na noite anterior, apenas com carinho e atenção, a chave para o gosto pendular existir. Porém, antes de tudo, Daniel lembrou-se que em Julho tinha aprendido que Adriana, nos tempos que correm, não seria boa namorada para ele, só porque não queria confundir sentimentos; seria a primeira namorada dele e a primeira relação séria para ela. Lembrar-se-ia, Daniel, mais tarde, de acções e de reacções que tinham ocorrido já há muito.
Daniel estava a escrever e ao proclamar uma frase bem conhecida, aparece-lhe, por trás, Adriana, agarrada aos seus ombros em roupão, no Verão. Daniel pergunta-lhe o que se estava a passar ali. Adriana ao responder dá a entender que apesar de não namorarem, podem ter uma relação íntima, deixando Daniel, abananado; no entanto, rapidamente, ele resiste e diz a Adriana para se ir compor e que não seria certo o que Adriana queria.
Assim aocnteceu, Adriana voltou a vestir o pijama que tinha ao jantar. Daniel diz a Adriana que tudo o que ela queria não são actos que são feitos de ânimo leve. Após estas palavras, Adriana desculpa-se e diz que foi um erro pensar que Daniel alinhava num plano destes.
Após uma boa noite de sono, Daniel, enquanto comia o pequeno-almoço, relaciona os acontecimentos da véspera como imprevistos da vida, cuja sua marcação nãoé visível na agenda pessoal (vital). Adriana perguntou se o acontecimento havia deixado marcas, e Daniel responde negativamente e acrescentou que poderia ter sido um descontrolo hormonal.
Adriana, após estas palavras, abraça-o com tanta firmeza, absolutivizando assim toda a relação forte e unida que lhes pertence. Mais uma vez, através daquele abraço, Daniel, percebe que os movimento pendulares pessoais dele terão de ser corrigidos autonomamente, permitindo assim uma maior abertura para ambos.

3 comentários:

  1. Wow, que história xD

    mas esta parte pelo menos acaba bem x)

    Beijinhos *@

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  2. koncordo kom a ana jorge.. k historia!

    ..adoro.te imenso@

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  3. Com esta parte é verificável uma grande componente de uma grande amizade que poucas vezes é referida; que muitas vezes é inibida, escondida, ocultada propositadamente. O pensamento de 'algo mais'. Provavelmente, muitos grandes amigos já consideraram esse aspecto - uma "relação íntima", como refere Adriana. Poucos o admitem, no entanto.

    Mas (e este é um 'mas' muito grande), apesar de certos e determinados amigos/as terem considerado, avaliado essa possibilidade, não significa que ela venha a ocorrer. O ponderar é muito importante. Se calhar, contrabalançaram-se os positivos com os negativos, tentou-se equilibrar a balança e acalmar o pêndulo, mas não se pode sentir algo que não se sente.

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