Sinto-me leve como um pássaro, tristonho, débil, a recuperar de algo grave, que nem eu sei bem o quê.
Sinto-me a voar como uma ave, tão alto como a ver montanhas, tão baixo, rente ao mar belo, delicioso e azul.
Sinto-me branco como a paz do meu interior, pedindo calma, tranquilidade e amizade aos que nos rodeiam.
Sinto-me negro como o ódio, algo inexplicável, um sentimento de culpa, por algo que me atordoou.
Sinto-me uma árvore, de tão pesada que é, de tão alto que é que chega ao limite da troposfera.
Sinto-me amigo, de que me merece e de quem não merece, deixando pás de alegria sempre que possível.
Sinto-me verde, tomado por clorofilas, de modo a crescer acompanhado pelo Sol, não sendo um girassol.
Sinto-me esquisito, sinto-me, sinto-me, sinto-me, sintooooooo-me....
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