domingo, 16 de novembro de 2008

E então a tua história? (Parte 2)

O que mais se temia aconteceu!
Os colegas habbituaram-se, mas eles já estavam fartos de tanto gozo, tantas perguntas.
Decidiram terminar tudo, publicamente, mas em privado, continuaram a namorar; as bocas tinham acabado, mas o sentimento era forte, ela um dia, como era despistada, beija-o, em frente da turma.
Aí ele começou a ir a casa dela, aproveitava e tocava piano, uma das únicas coisas que o consegue acalmar. Ela sentada ao lado, escuta-o com calma; Nesse instante chega a mãe dela e pergunta-lha o que é que o rapaz fazia ali, se já não namorava com ela. Ela explica tudo. A mãe pede-lhes desculpa por aquela conversa. Ela sai, ele nunca pensou que ela fosse capaz de dizer aquilo à mãe, mas disse. Agora não se podia fazer nada. Ela continuava a escutá-lo e pede-lhe para parar. Ele pergunta-lhe se não está a gostar, ela diz que não é isso, quer, simplesmente, relembrar factos que ocorreram no passado.
Descriminam-nos com uma facilidade:
  • O primeiro dia de aulas;
  • O abraço;
  • O quase beijo;
  • A primeira tampa;
  • A chamada;
  • O esquecimento;
  • A declaração;
  • A semi-tampa;
  • A chapada;
  • A compreensão;
  • A melhor amizade;
  • As aulas;
  • O encontro nas férias;
  • O namoro;
  • O dizer basta aos pais;
  • As bocas;
  • O namoro escondido;

Ela diz-lhe que se lembra de tudo como tivesse ocorrido ontem. Foi estudar, deixou-o ali, rapidamente chegou o pai dela; ele já estava de saída, ia-se despedir da mãe dela. O pai diz-lhe que precisa de ter uma grande conversa com ele, que o levou a pensar que era a conversa do costume., mas não era! Era simplesmente a pergunta, qual era a razão de ele gostar dela. Depois da explicação, recordou-se tudo de novo;

Antes de sair deixou-lhe um bilhete:

"Será bom recordar com felicidade tudo?"

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