O que mais se temia aconteceu!
Os colegas habbituaram-se, mas eles já estavam fartos de tanto gozo, tantas perguntas.
Decidiram terminar tudo, publicamente, mas em privado, continuaram a namorar; as bocas tinham acabado, mas o sentimento era forte, ela um dia, como era despistada, beija-o, em frente da turma.
Aí ele começou a ir a casa dela, aproveitava e tocava piano, uma das únicas coisas que o consegue acalmar. Ela sentada ao lado, escuta-o com calma; Nesse instante chega a mãe dela e pergunta-lha o que é que o rapaz fazia ali, se já não namorava com ela. Ela explica tudo. A mãe pede-lhes desculpa por aquela conversa. Ela sai, ele nunca pensou que ela fosse capaz de dizer aquilo à mãe, mas disse. Agora não se podia fazer nada. Ela continuava a escutá-lo e pede-lhe para parar. Ele pergunta-lhe se não está a gostar, ela diz que não é isso, quer, simplesmente, relembrar factos que ocorreram no passado.
Descriminam-nos com uma facilidade:
- O primeiro dia de aulas;
- O abraço;
- O quase beijo;
- A primeira tampa;
- A chamada;
- O esquecimento;
- A declaração;
- A semi-tampa;
- A chapada;
- A compreensão;
- A melhor amizade;
- As aulas;
- O encontro nas férias;
- O namoro;
- O dizer basta aos pais;
- As bocas;
- O namoro escondido;
Ela diz-lhe que se lembra de tudo como tivesse ocorrido ontem. Foi estudar, deixou-o ali, rapidamente chegou o pai dela; ele já estava de saída, ia-se despedir da mãe dela. O pai diz-lhe que precisa de ter uma grande conversa com ele, que o levou a pensar que era a conversa do costume., mas não era! Era simplesmente a pergunta, qual era a razão de ele gostar dela. Depois da explicação, recordou-se tudo de novo;
Antes de sair deixou-lhe um bilhete:
"Será bom recordar com felicidade tudo?"
escreves muito bem duarte
ResponderEliminarbjinhos