Há muito que não vejo pessoalmente esta pessoa. Posso até estar a mentir, mas os dois minutos em que eu a vi não foram suficientes para considerar que eu a vi, porque simplesmente nem falei com ela.
Ela é fantástica, carinhosa, um pouco envergonhada, e segue, em algumas vezes os meus conselhos, ou então leva a pensar que sim. Conheci-a na situação mais caricata, numa festa de aniversário, há cerca de cinco anos. Foram esses anos passados que nos fizeram crescer com desavenças, ciúmes, algumas zangas, um gosto, considerado agora estúpido, uma irmandade que desfaleceu com o tempo. No entanto, ultimamente sinto-a mais perto de mim! Acho que isso é bom!!! Faz-me ver que no fundo, o livro que ela me ofereceu faz sentido. "Sempre Amigos" de Fialho Gouveia, em áudio por Eunice Muñoz, fala de algo em que nós implicitamente estamos para o quase sempre. Ainda lhe devo um lanche, espero poder ficar "quite" com ela o mais rapidamente possível, mas se não for possível, acho que vou insistir até ser possível!!
No fundo, acho que, ela fez-me perceber que o gostar tem de ser mútuo, e não apenas de uma parte, e que, além disso, as mães podem-se enganar.
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