Que sentir quando em todos os meses do ano nos sentimos desenquadrados da sociedade, afastados do que é o século XXI, desenquadrados da cidade em que vivemos? Algo de bom ou algo de mau?
Pior ficamos quando achamos que não servimos para anda, que somos ignorados por todos, que estamos a ser trocados, que simplesmente, puff... Desaparecemos do mapa sentimental de alguém!
No Inverno vemos comentários de Hi5 às tantas da manhã, vemos diferenças susbtanciais na escola, deitam-nos a baixo, que mais podemos dizer? Que devemos ser fortes e ultrapassar algo que é espelhado em 360º? Porque tudo é igual, nada é diferente em 98% da sociedade. Sobram 2%, onde ainda existem duas divisões, cada uma a valer um valor percentual: a falsidade/temporalidade e a verdade/intemporalidade? Daí e depois de termos passado 9 meses, não de gravidez, mas de aulas, depois termos aturado chamadas de atenção por razões inexplicáveis, tentado ajudar quem merecia e quem não merecia, ter feito, ou pelo menos tentado fazer companhia a alguém, aparece-nos as férias. Onde em vez de nos sentirmos melhor, porque estamos afastados do perigo eminente, sentimo-nos pior, porque tudo o que é-nos dito no Inverno é-nos dito no Verão e além do mais a sociedade está cansada, veste o mais simples, e deixa, algumas pessoas desasadas, pensando que estõa longíquas e de certa forma achapadadas por si próprias!
98% da sociedade está descrito. Falta 2% de descrição. Aqueles piores, onde não existem espelhos, onde cada caso é um caso, onde simplesmente é tudo resolvido ao "pim pim trás trás pum pum". É difícil criar uma definição e um desabafo para estes 2%. De forma tentada, somos deixados, de certa forma, sem justificação, a abananar, a chorar a um canto, porque, nos sentimos culpados de fartar pessoas. Por vezes, nem é isso, mas nós não o sabemos e as pessoas, também não justificam o acontecimento, a razão, o motivo! Para nós, isso não é importante, mas, de certa forma, deixa-nos de coração nas mãos, deixa-nos preocupados, sem saber que atitude tomar em nenhuma situação.
Falta 1%. Se calhar o mais difícil de ser. O Verdadeiro, o justo e o salvador. Quando, se parecem e, realmente soão, os salvadores, os altruistas. Os verdadeiros seguidores do que acham justo! E que nos ajudam.
Por 1% vale a pena viver? Não podemos encarar 1% como o desejo para a morte. Não podemos justificar o desejo de morte por 99% da sociedade, porque estamos apoiados no 1% que resta. Então, que podemos questionar? A existência de companhia? Amigos? Curtes? Salvadores? Etc? Será que existe Etc.?
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