quinta-feira, 2 de outubro de 2008

A Diferença causa Mágoa

19 de Dezembro, mês de Natal, 7:40, Afonso e João começam a sua viagem para a escola, mas ambos sentem rumores no estômago, João encara com naturalidade, mas Afonso é bastante incomodado pelo rumor, chateia-o, faz com que ele fique pensativo.
A viagem continua, após a Escola André de Resende, Afonso vê uma colega dele, Cláudia, apesar de ela não falar com Afonso, estava lindamente, a ouvir música, continuava a não ligar a Afonso, ele despreocupou-se, mas o estômago incomodava-o, porém ele tentava-se controlar.
Paragem Terminal é anunciada no autocarro. Afonso mais uma vez tem um ataque de dor no estômago, não normal, mas mais uma vez tenta-se controlar.
A professora de Biologia ia faltar, então ele, João e Miguel pediram à professora de Físico-Química para irem para o turno das 8:30h, proposta aceite. Cinco minutos antes do toque, chega Ana Clara, senta-se à entrada da escola, Afonso achou estranho e vai ter com ela; Afonso tira um comprimido anti-dor, Ana Clara recusa e ele livre e directamente pergunta-lhe se está com dores por causa da menstruação. Ana diz-lhe que não e Afonso comenta com ela que também não está bem. Ambos vão para o Laboratório de Química.
Quando chegam deparam-se com alguns colegas mal e outros muito bem. Miguel chega com os seus aparelhos de medição e após os confirmar com os do laboratório confirma a suspeita, existe um vírus na escola. A professora chega, os alunos entram e passado 8 minutos recebem a má notícia: Há mesmo um vírus. Em toda a escola, desmaiavam pessoas menos naquele laboratório. Afonso, Ana e Miguel rapidamente levantam-se e deparam-se com muitas pessoas desmaiadas. Possivelmente serão os únicos, que em conjunto com os colegas na sala que escaparam. Imediatamente vão fechar os portões da escola, ligam para a Polícia, Câmara Municipal, Familiares e Televisões para que se saiba rapidamente do que está a acontecer.
Ana não se lembra da mãe. Nesse instante Lorena liga a Miguel, ela, Catarina, João e mais alguns eram os únicos que não tinham desmaiado! Os outros simplesmente caíram.
Elaboraram a lista dos alunos que estavam na escola, bem como a dos professores. Ana continuava sem se lembrar da mãe. As televisões, chagaram bem como pais e familiares. Ajuda científica e internacional nada. Toca o telefone era a Ministra da Saúde, a dizer que Portugal não tinha meios para actuar contra um vírus e ainda num espaço tão grande.
Os alunos que estavam “bem” mediram a pressão arterial aos outros e estava muito baixa, bem como os batimentos cardíacos.
Ana, Afonso e Miguel vão fazer uma comunicação aos pais e à televisão. Anunciaram, os alunos da turma deles que tinham desmaiado e que não sabiam mais dados. Os familiares dos alunos, cujos nomes não foram pronunciados. Os familiares dos três e dos restantes que estavam bem choraram de alegria. Os outros, tristes abraçaram-se! Também temos más notícias disse Ana: Não pode entrar nada na escola, e o país não tem métodos contra esta estripe de vírus.
Nós com a ajuda de alguns médicos e de alguns químicos, vamos tentar descobrir o que fazer com para o erradicar. Afonso pede aos pais para não tentarem estabelecer contacto com os alunos e também para ninguém se aproximar do gradeamento da escola.
Agradecemos a vossa serenidade e compreensão.
Eles voltaram para o laboratório, onde analisaram sangue a sangue e tentaram isolar o vírus e assim, possivelmente fabricar-se-á a vacina. Eles, os “investigadores químicos”, voltaram a fazer uma comunicação ao país, no entanto, já se tinham aglomerado mais alunos ao portão da escola, bem como motoristas dos autocarros. Afonso pede para que a zona seja cortada ao trânsito automóvel, porque pode-se tratar de um vírus muito grave. Ana e Miguel pediram atenção, anunciaram que a única forma de erradicar o vírus era sob a forma de uma vacina.
Pedem ao hospital seringas, as quais foram entregues de imediato. Conseguiram fazer as vacinas, e esse foi o motivo de mais uma comunicação Ana e Afonso vão falar com as televisões, os pais de Miguel ficam desesperados. O Miguel, anuncia Ana, ficou no laboratório, a administrar as vacinas. Também anunciamos que o vírus chama-se: Vírus da Diferença e simplesmente afecta determinados e certeiros alunos. Razão pela qual nós, a Lorena e outros estamos bem. Agradecemos que vão descansar, porque no final do dia, seremos todos transportados para o hospital para fazermos exames de rotina.
No laboratório da turma dos “Investigadores”, tudo volta ao normal. É a pior altura, mas Afonso diz que os alunos que sofreram com o vírus, não respeitaram a diferença e como podem ver este vírus pode matar.
Ana Clara lembra-se da mãe e simplesmente vê nos horários que ela ficou em casa, porque era o seu dia de folga.
Neste momento terminou a fadiga, fadiga sim, porque o vírus é criado e erradicado naturalmente; o hospital espera-nos muitos já pelo próprio pé, mas outros ainda nas macas. Felizmente acabou tudo bem, mas será que para a próxima, isto acontecerá assim.

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